A partir de agora os agentes comunitários podem aferir sinais vitais nos domicílios. Esse atendimento vai qualificar ainda mais o atendimento da população. A intenção é ampliar o serviço de saúde, principalmente melhorar o monitoramento dos pacientes que têm dificuldade de se deslocar até o Posto. Para isso, os agentes passaram por treinamento.
Através de um curso de 1.275 horas, os agentes estão capacitados para verificação de sinais vitais, de forma segura e eficaz. Eles seguem com supervisão de um profissional de saúde qualificado e autorizado. Segundo a Diretora de Atenção Primária, Dra. Ticiane Remus Zamin, a busca é pela ampliação dos atendimentos em casos especiais, “Nós vamos poder acompanhar ainda mais de perto como está a situação de cada paciente, principalmente dos que têm dificuldades de irem até a Unidade Básica de saúde”.
As agentes comunitárias de saúde devem aferir os sinais vitais dos pacientes, incluindo pressão arterial, temperatura, glicemia capilar e medidas antropométricas, e registrar os resultados no prontuário do paciente. Após, os resultados são comunicados para os profissionais de saúde, responsáveis pelo paciente. Os resultados são discutidos com a equipe de trabalho (enfermeiro, médico e cirurgião-dentista), para determinar as condutas e acompanhamentos adequados.






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