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Voltamos para laranja

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Na 29ª rodada, o mapa preliminar do Distanciamento Controlado traz 13 regiões em bandeira vermelha (risco epidemiológico alto). Desde a 28ª rodada, o Rio Grande do Sul vem percebendo aumento nas hospitalizações por Covid-19 e nas internações em leitos de UTI, o que justifica o retorno de um grande número de regiões em vermelho.

As regiões Covid de Novo Hamburgo, Capão da Canoa, Canoas e Ijuí já haviam sido classificadas como risco alto na rodada vigente e, neste mapa preliminar, seguem em vermelho. Unem-se a elas as regiões de Caxias do Sul, Uruguaiana, Erechim, Palmeira das Missões, Porto Alegre, Passo Fundo, Guaíba, Santa Maria e Lajeado.

As demais oito regiões Covid estão na bandeira laranja (risco epidemiológico médio). Entre elas, Santo Ângelo, Santa Rosa e Cruz Alta, que foram consideradas de risco alto na 28ª semana.

O momento é de alerta: o Rio Grande do Sul observou aumento em todos os indicadores monitorados pela equipe do Distanciamento Controlado. Houve elevação de 65% (de 171 para 282 casos) no número de óbitos e de 27% (de 923 para 1.171 casos) nas hospitalizações confirmadas por Covid-19. Por isso, o governo do Estado reforça a necessidade de a população seguir os protocolos e as regras sanitárias estabelecidas pelo modelo.

MACRR REGIÃO MISSIONEIRA:
Nesta rodada do Distanciamento Controlado, das quatro regiões Covid da Macrorregião
Missioneira, apenas a região de Ijuí obteve média final com avaliação de bandeira vermelha com
base na mensuração dos 11 indicadores. As regiões Covid de Santo Ângelo, Cruz Alta e Santa
Rosa obtiveram bandeira laranja. Apesar do retorno destas três regiões à bandeira laranja, os
níveis de risco ainda são bastante elevados, com incidência de registros de hospitalizações e de
ocupações por Covid agravantes.
Os registros de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete
dias aumentaram 16,1%, passando de 112 para 130 na macrorregião (somando as quatro regiões
Covid). Com relação a SRAG, enquanto há 7 dias atrás havia 62 internados, a quantidade de
pacientes reduziu para 59 no último dia. No caso de leitos clínicos, o número de pacientes passou
de 99 para 92, redução de 7%. E com relação aos internados por Covid-19 em leitos de UTI,
verificou-se uma queda de 6%, passando de 54 para 51 pacientes.
O indicador relacionado a capacidade de atendimento melhorou no comparativo dos
valores entre as semanas, porém mantendo-se ainda na bandeira preta. O percentual de pacientes
confirmados para Covid-19 em leitos de UTI, com relação aos leitos livres, diminuiu, mas o nível
é considerado de risco muito alto. Enquanto na semana passada havia 0,72 leitos de UTI livres
para cada leito de UTI ocupado por paciente Covid-19, nesta semana o indicador passou para
0,76.
No comparativo do número de leitos livres de UTI no último dia para atender Covid-19
entre as duas quintas-feiras, verifica-se uma estabilização no número de leitos de UTI livres para
atender Covid-19, mantendo-se em 39 leitos, obtendo bandeira amarela no indicador.
Portanto, com as variações nos números de internados e na velocidade do avanço da
doença, os dois indicadores macrorregionais que mensuram número de pacientes internados em
UTI (por SRAG e por Covid-19) e o indicador de internados em leitos clínicos (Covid-19) obtiveram
bandeiras amarelas. Os indicadores de capacidade de atendimento e de mudança na capacidade
de atendimento, mensuradas pela macrorregião, obtiveram bandeira preta e amarela,
respectivamente.

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